por Edu Fernandes
Dino Cazzola
Documentário sobre cinegrafista italiano que registrou o nascimento de Brasília e construiu sua carreira na capital federal. Por lá, ele acompanhou diversos presidentes, inclusive a ditadura militar. Muitas imagens do filme foram obtidas no arquivo pessoal do próprio Dino. Infelizmente parte do material se perdeu por não ter sido armazenado da forma ideal.
LEIA MAIS:
Crítica comparativa com o curta Ser Tão Cinzento, durante o É Tudo Verdade 2012
Dino Cazzola – Uma Filmografia de Brasília
Roteiro e Direção: Andrea Prates, Cleisson Vidal
Elenco: -documentário-
Duração: 71 minutos
País: Brasil
Nota: 7
O Homem da Máfia
Quando uma casa de apostas é assaltada, os mafiosos que a comandam contratam um matador de aluguel. O filme constrói sua tensão com decisões estéticas do diretor e com a concepção do desenho de som.
LEIA MAIS:
Crítica do filme
A Origem dos Guardiões
Criaturas mágicas são escolhidas para proteger as crianças do mundo. O grupo acaba de ser reforçado com a chegada de Jack Frost. A ajuda dele é necessária porque o vilão Breu voltou a ameaçar a criançada, depois de passar séculos inativo.
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Crítica do filme
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
O Homem da Máfia: Os detalhes da tensão
por Edu Fernandes
Spoilerômetro: • (?)
Quando os personagens de um filme são bandidos e/ou mafiosos, é de se esperar tensão nas cenas. A forma mais corriqueira de manter o suspense é pela trilha musical, mas O Homem da Máfia (Killing Them Softly) tem uma proposta diferente. A tensão está nas opções do diretor e do projeto de som.
Um trio de criminosos planeja roubar uma casa de apostas de carteado. O plano deles se baseia na certeza de que o próprio gerente do estabelecimento (Ray Liotta, de Rota de Fuga) será culpado pelo ocorrido, pois ele fez algo semelhante no passado.
Os mafiosos que controlam o negócio de jogatina contratam Jack (Brad Pitt, de O Homem que Mudou o Jogo) para descobrir os verdadeiros culpados e executá-los. O trabalho fica mais complexo porque os mafiosos são lentos e cautelosos em suas decisões, o que rende boas cenas entre Jack e seu contato com os contratantes (Richard Jenkins, de Diário de um Jornalista Bêbado). Outro fator complicador é o fato de um dos criminosos ser um conhecido do matador.
Apesar de ter muitos personagens armados, há poucos tiros durante O Homem da Máfia. Cada vez que há um disparo, a tensão fica à flor da pele. Nas cenas sem tiros, a emoção é igual porque fica a expectativa de ver sangue derramado a qualquer momento.
A direção de Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) mantém esse circo em movimento. Ele sabe a duração de cada fala e cada pausa, além de incluir pistas falas para que o espectador não fique muito seguro de si.
Outra arma da construção da atmosfera tensa é o som. Com ambientes sonoros ricos e ruídos bem posicionados, o público mergulha nas cenas. Quando se está tão presente, é impossível não se envolver emocionalmente no enredo.
O Homem da Máfia (Killing Them Softly)
Roteiro e Direção: Andrew Dominik
Elenco: Brad Pitt, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn, James Gandolfini, Richard Jenkins, Vincent Curatola, Ray Liotta
Duração: 97 minutos
País: EUA
Nota: 8
Spoilerômetro: • (?)
Quando os personagens de um filme são bandidos e/ou mafiosos, é de se esperar tensão nas cenas. A forma mais corriqueira de manter o suspense é pela trilha musical, mas O Homem da Máfia (Killing Them Softly) tem uma proposta diferente. A tensão está nas opções do diretor e do projeto de som.
Um trio de criminosos planeja roubar uma casa de apostas de carteado. O plano deles se baseia na certeza de que o próprio gerente do estabelecimento (Ray Liotta, de Rota de Fuga) será culpado pelo ocorrido, pois ele fez algo semelhante no passado.
Os mafiosos que controlam o negócio de jogatina contratam Jack (Brad Pitt, de O Homem que Mudou o Jogo) para descobrir os verdadeiros culpados e executá-los. O trabalho fica mais complexo porque os mafiosos são lentos e cautelosos em suas decisões, o que rende boas cenas entre Jack e seu contato com os contratantes (Richard Jenkins, de Diário de um Jornalista Bêbado). Outro fator complicador é o fato de um dos criminosos ser um conhecido do matador.
Apesar de ter muitos personagens armados, há poucos tiros durante O Homem da Máfia. Cada vez que há um disparo, a tensão fica à flor da pele. Nas cenas sem tiros, a emoção é igual porque fica a expectativa de ver sangue derramado a qualquer momento.
A direção de Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) mantém esse circo em movimento. Ele sabe a duração de cada fala e cada pausa, além de incluir pistas falas para que o espectador não fique muito seguro de si.
Outra arma da construção da atmosfera tensa é o som. Com ambientes sonoros ricos e ruídos bem posicionados, o público mergulha nas cenas. Quando se está tão presente, é impossível não se envolver emocionalmente no enredo.
O Homem da Máfia (Killing Them Softly)
Roteiro e Direção: Andrew Dominik
Elenco: Brad Pitt, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn, James Gandolfini, Richard Jenkins, Vincent Curatola, Ray Liotta
Duração: 97 minutos
País: EUA
Nota: 8
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